Manifesto

A língua portuguesa não pertence a um único lugar. Ela é mátria — não de uma nação, mas de todos os que a habitam, transformam e reinventam.

Publicamos para preservar o que é diverso, para dar voz ao que é plural. Cada livro que editamos é um acto de resistência contra o silêncio, contra a uniformidade.

Acreditamos que a literatura é um espelho onde todas as variedades da língua podem ver-se e reconhecer-se.

Do Brasil a Moçambique, de Portugal a Timor, de Angola a Cabo Verde, de Goa a Macau — a mesma língua, infinitas vozes.

Somos uma editora independente. Somos uma casa para as línguas mátrias.